Política
Carlos Bolsonaro critica “canetada” de Moraes em prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro
Carlos Bolsonaro rebate Alexandre de Moraes após prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) manifestou forte **descontent
Carlos Bolsonaro rebate Alexandre de Moraes após prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) manifestou forte **descontentamento** com a prisão de Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Especiais da Presidência na gestão de Jair Bolsonaro. Martins teve sua prisão domiciliar revogada e foi encaminhado para uma penitenciária no Paraná.
A decisão de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi classificada por Carlos Bolsonaro como uma **”canetada”**, um ato arbitrário que, segundo ele, desconsidera a juventude do ex-assessor e a ausência de crimes cometidos.
Segundo informações divulgadas, Filipe Martins descumpriu uma medida cautelar que o impedia de usar redes sociais, o que levou à revogação de sua prisão domiciliar. Ele aguardava o julgamento de recursos em regime de recolhimento em casa.
Carlos Bolsonaro alega ilegalidade na prisão e inocência de Filipe Martins
Em uma publicação nas redes sociais, Carlos Bolsonaro **defendeu** Filipe Martins, afirmando que ele não cometeu crime algum. O vereador questionou a condenação e a prisão, classificando-as como ilegais e um atentado contra a liberdade do ex-assessor.
“Após quase 3 anos de prisão domiciliar, mais um cidadão que não cometeu crime algum é condenado e preso de forma ilegal. Filipe G. Martins tem sua juventude ceifada pela canetada de um juiz”, escreveu Carlos Bolsonaro, **ressaltando** que os acusados em processos relacionados negam a participação de Martins em reuniões sobre supostas minutas golpistas.
Condenação de Filipe Martins e descumprimento de medida cautelar
Filipe Martins foi condenado no mês passado a **21 anos de prisão**. A condenação está ligada à participação em uma trama golpista que visava impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022. A Polícia Federal, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, efetuou a prisão.
A justificativa para a revogação da prisão domiciliar foi o **descumprimento** das condições impostas pela Justiça, especificamente o uso de redes sociais, o que levou ao seu envio para uma penitenciária em Ponta Grossa (PR), conforme relatado.


