Saúde

Mpox no Brasil: Ministério da Saúde Alerta para 55 Casos Confirmados em 2026, Menos que no Ano Anterior

Brasil registra 55 casos em 2026, mas vigilância permanece em alerta O Brasil confirmou 55 casos de mpox em 2026, conforme dados recentes divulgados pelo Centro Nacional de Intelig

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Mpox: Brasil registra 55 casos em 2026, mas vigilância permanece em alerta

O Brasil confirmou 55 casos de mpox em 2026, conforme dados recentes divulgados pelo Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica (CNE-VIG), ligado ao Ministério da Saúde. Embora o número seja significativamente menor que o registrado no ano anterior, as autoridades sanitárias reforçam a importância do monitoramento contínuo para evitar a disseminação da doença.

A maioria dos casos atuais de mpox apresenta quadros leves ou moderados, sem sinais de agravamento em larga escala. A vigilância epidemiológica ativa é crucial para a identificação rápida de novos registros e para a implementação de medidas eficazes de controle da transmissão do vírus.

Em 2025, o cenário foi mais expressivo, com 1.056 casos confirmados de mpox, concentrados principalmente no público masculino, especialmente entre 30 e 39 anos. Naquele mesmo período, foram registradas duas mortes associadas à doença, segundo o Ministério da Saúde. Esses dados evidenciam que, apesar da redução nos números recentes, o vírus da mpox continua circulando no país.

O que é a mpox e como se manifesta

A mpox é uma infecção viral causada pelo vírus MPXV, pertencente à família Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais de pessoas infectadas, ou através do compartilhamento de objetos contaminados. O contato próximo e prolongado também favorece a disseminação.

A doença, conhecida há décadas, ganhou maior visibilidade global a partir de 2022, com um aumento expressivo de casos em diversos países, incluindo o Brasil. O Ministério da Saúde explica que a mpox geralmente se inicia com sintomas gerais, evoluindo para o surgimento de lesões cutâneas características.

Sintomas e transmissão da mpox

Os sintomas comuns da mpox incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios, fraqueza e o inchaço dos gânglios linfáticos (ínguas). O sintoma mais distintivo são as erupções ou lesões na pele, que podem se manifestar como bolhas, feridas abertas ou crostas. Essas manifestações podem durar de duas a quatro semanas.

Durante o período sintomático, a pessoa infectada pode transmitir o vírus, especialmente através do contato direto com as lesões. A prevenção, portanto, foca em evitar esse tipo de contato e em manter práticas de higiene rigorosas.

Monitoramento e prevenção contra a mpox

O Ministério da Saúde recomenda que indivíduos com sintomas suspeitos de mpox procurem atendimento médico para avaliação e diagnóstico, que é confirmado por exames laboratoriais. Medidas simples como evitar contato direto com lesões de pessoas infectadas, não compartilhar objetos de uso pessoal e a higiene frequente das mãos são essenciais para reduzir o risco de transmissão da mpox.

A vigilância contínua da mpox no Brasil é fundamental. Mesmo com a predominância de casos leves, o acompanhamento adequado é a chave para impedir a disseminação e proteger a saúde pública. A população deve permanecer atenta às orientações das autoridades sanitárias.