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Netanyahu Apoia Ação dos EUA na Venezuela, Enquanto Aliados de Maduro Condenam Intervenção e Pedem Libertação Imediata

Netanyahu declara apoio à intervenção dos EUA na Venezuela, gerando reações globais divididas O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou neste domingo (4) um **f

Netanyahu declara apoio à intervenção dos EUA na Venezuela, gerando reações globais divididas

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou neste domingo (4) um **firme apoio à ação dos Estados Unidos na Venezuela**. A declaração surge em um momento de grande tensão após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, por autoridades americanas.

Netanyahu descreveu a operação como uma medida resoluta para “restaurar a liberdade e a justiça” no país sul-americano. Essa posição contrasta fortemente com as reações de outras nações, que condenam a intervenção e exigem o respeito à soberania venezuelana.

A notícia sobre o posicionamento de Israel e as contestações internacionais foi divulgada em meio a crescentes preocupações sobre a estabilidade na região. Conforme informação divulgada pela fonte, a situação na Venezuela continua sendo um ponto focal no cenário geopolítico global.

Israel saúda ação americana como “histórica”

Em sua declaração durante a abertura de uma reunião de gabinete, Benjamin Netanyahu enfatizou o apoio de todo o governo israelense à “decisão resoluta e à ação enérgica dos Estados Unidos”. Ele parabenizou o presidente americano, Donald Trump, em uma publicação na rede social X, chamando a operação de “corajosa e histórica”.

Netanyahu elogiou a “liderança corajosa e histórica” de Trump, a “determinação” e a “brilhante atuação dos seus bravos soldados”. A manifestação pública reforça a aliança de Israel com os Estados Unidos em questões de segurança e política externa, especialmente em relação a regimes considerados problemáticos.

Aliados de Maduro condenam “violação de soberania”

Em contrapartida ao apoio israelense, países como a Coreia do Norte e a China classificaram a captura de Nicolás Maduro como uma **grave violação da soberania venezuelana**. O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano descreveu o ato como “a forma mais grave de violação de soberania” e um exemplo da “natureza desonesta e brutal dos Estados Unidos”.

A China, por sua vez, exigiu a **libertação imediata de Nicolás Maduro e sua esposa**. O Ministério das Relações Exteriores chinês solicitou que Washington resolva a situação na Venezuela através do “diálogo e da negociação”, em vez de “ações unilaterais”. Pequim também pediu que os EUA garantam a segurança pessoal do líder venezuelano, argumentando que sua deportação violou o direito e as normas internacionais.

Crise na Venezuela sob o olhar internacional

A situação na Venezuela continua a gerar debates acalorados no cenário internacional. Enquanto Israel vê a ação americana como um passo para a liberdade, nações aliadas de Maduro a encaram como uma interferência inaceitável em assuntos internos de um país soberano.

A comunidade internacional acompanha de perto os desdobramentos, com diferentes interpretações sobre a legalidade e as consequências da intervenção americana. A busca por uma solução pacífica e o respeito ao direito internacional permanecem como pontos centrais nas discussões diplomáticas.