Daniel Vorcaro permanece sob prisão preventiva no âmbito das investigações do caso Banco Master. A medida foi determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, em março de 2026 e posteriormente mantida pela Segunda Turma da Corte.
Neste artigo:
Qual foi o motivo apresentado pelo STF
Ao divulgar a decisão, o Supremo informou que a prisão foi decretada após pedido da Polícia Federal por existir, segundo os investigadores, risco concreto de interferência nas investigações.
A Operação Compliance Zero apura suspeitas de fraudes bilionárias no mercado financeiro e possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master.
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Segunda Turma manteve a prisão
Em 20 de março de 2026, a Segunda Turma do STF manteve por unanimidade a prisão preventiva de Vorcaro e de outros investigados. O colegiado referendou a decisão anteriormente tomada pelo relator.
Prisão preventiva não é condenação
A prisão preventiva é uma medida cautelar adotada durante a investigação ou o processo. Ela não representa, por si só, condenação definitiva. Para que haja condenação criminal, é necessário processo com direito à defesa, análise das provas e decisão judicial.
Caso Master continua produzindo novas investigações
Desde a prisão, novos relatórios, mensagens e documentos relacionados a Vorcaro e ao Banco Master vieram a público. Parte desses elementos ainda está sendo analisada pelo Supremo, pela Polícia Federal e por outros órgãos.
Fontes
Leia as decisões divulgadas pelo STF sobre a prisão e sobre a manutenção da medida pela Segunda Turma.